Grupo Resgate

Grupo Resgate

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Sem a graça não tem graça























E ele me disse: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Por isso, de boa vontade antes me gloriarei nas minhas fraquezas, a fim de que repouse sobre mim o poder de Cristo” (2 Co 12.9).
Dos apóstolos, Paulo foi o que mais enfatizou a graça de Deus. Das saudações às recomendações finais das suas cartas é graça sobre graça. Percebemos ser ela a engrenagem que movimenta todo o ensino Paulino: Toda abrangente: “para o louvor da glória da sua graça…”(Ef l.6); tão profunda e absoluta quanto a natureza de Deus: “(…) a suprema riqueza da sua graça (…), as riquezas inescrutáveis de Cristo” (Ef 2.7; 3.8). Paulo não procura explicá-la, apenas proclama a expressão pura e fiel do amor onipotente: “(…) onde o pecado abundou, superabundou a graça” (Rm 5.20). A graça vivificante (Ef 2.5-8), a graça crescente (2 Pe 3.18).
Todavia, juntamente com a graça superabundante existe um espinho misterioso que perturba, fere, entristece e humilha a carne e a alma. Sem sombra de dúvida essa relação antagônica conduz-nos a uma síntese: a suficiência da graça.
Certamente partilhamos dessas duas realidades que marcaram a vida do grande apóstolo e precisamos perceber em que consiste a sublime resposta: “a minha graça te basta”.

Nenhum comentário:

Postar um comentário